Vocês sabem qual é a rotina de um professor? Não? Pois, todos deveriam conhecer a desgastante rotina de quem trabalha com educação, ainda mais no Brasil. Falar horas seguidas, trabalhar em pé e ter “jogo de cintura” para lidar com alunos problemáticos são desafios que exigem bastante do físico e do psicológico. E, cedo ou tarde, as más condições de trabalho resultam em problemas que comprometem a eficiência do profissional. Conforme dados consultados, o número de professores que ficam doentes a cada ano é assustador e, em função disso, milhares de faltas são abonadas uma vez que foram acarretadas em função de problemas de saúde. E, nisso, os pais também têm uma grande responsabilidade. Conheço alguns que dão graças a Deus quando mandam os filhos para a escola, pois nem eles agüentam. Sem falar que não dão o mínimo de educação para seus filhos em casa. Como pode? Lembre-se que educação vem de berço. As tarefas ficariam mais equilibradas se cada uma das partes desempenhasse bem o seu papel: os pais educam e os professores ensinam. Embora, a grande maioria acha que as tarefas são as mesmas, mas não são. Como essas tarefas não estão equilibradas, o professor na maioria das vezes tem que se desdobrar para ensinar e fazer o papel de pai, mãe, assistente social, psicólogo, malabarista, etc., e, em função disso, é comum encontrarmos professores estressados, mal humorados, de mal com a vida, sem paciência com os alunos. Não se assustem, agora, pelos menos, temos um nome “chique” para isso, esses sintomas fazem parte da síndrome de Burnout (já que no passado, dizia-se do professor que apresentasse esses sintomas que ele estava “tãn tãn” e, recentemente, que “pirô o cabeção”). Melhor esclarecendo, a síndrome de Burnout caracteriza-se por uma excessiva exaustão física e emocional, começa com um sentimento de desconforto que aumenta, enquanto a vontade de lecionar diminui. Burnout pode ser traduzido como queimar, pifar. O principal causador da síndrome de Burnout é o estresse. E o professor tem motivos de sobra para ficar estressado. Você acha que não? Então, troque de lugar com ele a penas por um dia e depois você me fala. Governo, sociedade, pais, façam algo rápido, levantem também uma bandeira em prol da educação de qualidade, pois, caso contrário, a síndrome de Burnout, continuará a fazer vítimas.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
A valorização do professor é fator decisivo para uma educação de qualidade
Vocês sabem qual é a rotina de um professor? Não? Pois, todos deveriam conhecer a desgastante rotina de quem trabalha com educação, ainda mais no Brasil. Falar horas seguidas, trabalhar em pé e ter “jogo de cintura” para lidar com alunos problemáticos são desafios que exigem bastante do físico e do psicológico. E, cedo ou tarde, as más condições de trabalho resultam em problemas que comprometem a eficiência do profissional. Conforme dados consultados, o número de professores que ficam doentes a cada ano é assustador e, em função disso, milhares de faltas são abonadas uma vez que foram acarretadas em função de problemas de saúde. E, nisso, os pais também têm uma grande responsabilidade. Conheço alguns que dão graças a Deus quando mandam os filhos para a escola, pois nem eles agüentam. Sem falar que não dão o mínimo de educação para seus filhos em casa. Como pode? Lembre-se que educação vem de berço. As tarefas ficariam mais equilibradas se cada uma das partes desempenhasse bem o seu papel: os pais educam e os professores ensinam. Embora, a grande maioria acha que as tarefas são as mesmas, mas não são. Como essas tarefas não estão equilibradas, o professor na maioria das vezes tem que se desdobrar para ensinar e fazer o papel de pai, mãe, assistente social, psicólogo, malabarista, etc., e, em função disso, é comum encontrarmos professores estressados, mal humorados, de mal com a vida, sem paciência com os alunos. Não se assustem, agora, pelos menos, temos um nome “chique” para isso, esses sintomas fazem parte da síndrome de Burnout (já que no passado, dizia-se do professor que apresentasse esses sintomas que ele estava “tãn tãn” e, recentemente, que “pirô o cabeção”). Melhor esclarecendo, a síndrome de Burnout caracteriza-se por uma excessiva exaustão física e emocional, começa com um sentimento de desconforto que aumenta, enquanto a vontade de lecionar diminui. Burnout pode ser traduzido como queimar, pifar. O principal causador da síndrome de Burnout é o estresse. E o professor tem motivos de sobra para ficar estressado. Você acha que não? Então, troque de lugar com ele a penas por um dia e depois você me fala. Governo, sociedade, pais, façam algo rápido, levantem também uma bandeira em prol da educação de qualidade, pois, caso contrário, a síndrome de Burnout, continuará a fazer vítimas.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Classes multisseriadas
O filme mostra as crianças em pleno processo de formação do conhecimento e da identidade pessoal, acompanhando-as em sua transição do universo familiar para um ambiente em que é levada em conta sua individualidade, sem pressupostos. Mas o que são classes multisseriadas? São aquelas onde alunos de níveis diferentes estudam juntos numa sala, e o professor atende simultaneamente várias séries.
Penso que a maioria das pessoas imagina que as classes multisseriadas são aquelas onde há alunos com diferentes níveis de capacidade de aprendizagem, mas há vários outros tipos. Há, inclusive, algumas que trazem estudantes com diferenças de sexo, idade, língua materna, carga cultural, pensamento e política. Sim, de pensamento e política também, porque as classes multisseriadas estão em todos os países, não é privilégio do Brasil. Deparamo-nos com alunos oriundos de outros países, principalmente quando os pais são designados para trabalhar no exterior e colocam seus filhos em classes deste tipo.
Quase sempre foram consideradas ensino de segunda categoria. No entanto, está havendo uma mudança significativa na forma de conduzi-las, com a alteração de estratégia de algumas ações.
A organização da sala em pequenos grupos e o trabalho em pares transformou tal metodologia em vantagem pedagógica atestada por pesquisas, que demonstraram a eficiência dos grupos. Isso acontece porque classes multisseriadas são heterogêneas e exigem práticas que atendam a alunos com diferentes características. Introduziu-se, também, por meio dela, a aprendizagem cooperativa e as estratégias de ensino, que passaram a ser personalizadas.
Em grupos, as crianças sempre apresentam desempenho cognitivo superior ao que mostrariam se realizassem as mesmas tarefas individualmente. E isso é verdade tanto para as mais avançadas como para as que têm algum tipo de dificuldade, para as mais velhas e para as mais novas.
O professor começou a usar guias, material pedagógico com informações e exercícios especialmente elaborados para que as crianças resolvam os problemas individualmente ou em pequenos grupos e, depois, sejam capazes de aplicar os conhecimentos em casa para resolver os desafios cotidianos. A avaliação do conhecimento e da autoestima das crianças passou a ser feita várias vezes durante o processo de aprendizagem.
Enfim, para obter bons resultados com classes multisseriadas, é imprescindível superar os pontos fracos e praticar ativamente os pontos positivos.
Texto de Sueli Dib enviado ao Jornal Virtual. A educadora é formada em Pedagogia com Licenciatura Plena e formação para Docência das Séries Iniciais do Ensino Fundamental, Administração Escolar, Supervisão Escolar e Orientação Educacional.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Professoras do Século XXI: conflitos que adoecem
Você já se perguntou por que se tornou professora? Ainda mais... Por que continua na profissão?
Tenho um palpite. Vocês são movidas pela Paixão! Sim... Paixão! A Paixão em Educar!
Pertencemos à geração da busca incessante do conhecimento, mutável, improvável, surpreendente, libertador. Do professor educador, pesquisador, mediador, flexível, irrepreensível... o Professor Show! Das Educações Tecnológica e Inclusiva.
Que magnífico! Os tempos mudaram! Mas você está preparada para ser uma professora do século XXI?
Despenca sobre nós, professoras, uma avalanche de deveres e responsabilidades. Uma carga um tanto pesada, física e emocional. A física, quase sempre, conseguimos superar. Mas, e a emocional?
Encontramos muitos estudos a esse respeito e nada animadores. Quantos conflitos enfrentamos e suportamos dentro e fora da sala de aula? Dentro, quando estamos com nossos alunos, e fora, quando prestamos contas para nossos gestores. Sem mencionar a parte burocrática – como planejamento, diários, reuniões de pais, atividades extracurriculares, relatórios e mais relatórios... e por aí vai...
Muitas vezes, temos ainda jornada dupla... e tripla, quando chegamos em casa. Quando um aluno não se adapta a uma determinada turma, é prontamente transferido para outra a fim de que os objetivos pedagógicos sejam alcançados. E a professora? Tem esta mesma chance de adaptação caso necessite? Na escola particular, que não deixa de ser uma empresa, nossos gestores analisam nosso currículo, nosso perfil e decidem nossa vida pedagógica. Se formos “aprovados” para o próximo ano, muitas vezes nem sabemos para qual turma lecionaremos.
Observo excelentes professoras tolhidas da sua liberdade de ensinar em prol de um sistema educacional pautado em filosofias escritas, mas não praticadas. Um sistema de procedimentos e comportamentos moldados por critérios não esclarecidos e que, por vezes, vão ao desencontro daqueles que acreditamos. “Meninas” recém-formadas são “atiradas” em salas de Educação Infantil, porque não é fundamental ter experiência. Será? E, da noite para o dia, tornam-se “mães” de várias criancinhas (umas 15, sendo bastante otimista). É a prova de Fogo! Somos avaliadas constantemente. O quê é avaliado? Os critérios são bem definidos? O perfil da sua turma é considerado?
É assim a Professora do Século XXI: completa! Portanto, estude... estude... estude... atualize-se.
Realmente... os tempos mudaram! A educação também!
A qualidade, penso eu, não é mais certificada por ser escola pública ou particular, classes A, B ou C... Quem rege a qualidade da educação é a Equipe Pedagógica, toda a equipe, desenvolvendo um trabalho de união, de parceria, de companheirismo e, acima de tudo, de igualdade e respeito.
Professoras, não desanimem! Vocês são o coração da escola. Não um simples coração, mas um coração extremamente apaixonado! Gestores, registro aqui o meu alerta: cuidem de suas professoras porque elas estão doentes! Uma doença invisível, mas que pode matar. A doença da alma!
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Reflexão: A extinção dos professores
O ano é 2059 D.C. - ou seja, daqui a cinqüenta anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
– Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
– E como foi que eles desapareceram, vovô?
– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.
Ah, mas teve um fator chave nessa história toda. Teve uma época longa chamada ditadura, quando os milicos colocaram os professores na alça de mira e quase acabaram com eles, que foram perseguidos, aposentados, expulsos do país, em nome do combate aos subversivos e à instalação de uma república sindical no país. Eles fracassaram, porque a tal da república sindical se instalou, os tais subversivos tomaram o poder, implantaram uma tal de “educação libertadora” que ninguém nunca soube o que é, fizeram a aprovação automática dos alunos com apoio dos políticos... Foi o tiro de misericórdia nos professores. Não sei o que foi pior – os milicos ou os tais dos subversivos.
– Não conheço essa palavra. O que é um milico, vovô?
– Era, meu filho, era, não é. Também não existem mais...
Autoria: Procura-se
Um texto como esse merece ter o nome do autor. Se alguém descobri, por favor me envie.
Quando recebi esse texto fiquei muito preocupada... pois há pouco tempo em algumas palestras eu falava que, diante das coisas que vinham ocorrendo futuramente as pessoas não iram mais querer ser professores. Só que quando eu falava isso, imaginava que esse futuro estivesse mais longe... De repente, me deparei com uma propaganda do MEC que dizia: "Seja um professor". Tamanho foi o susto, pensei até que era um pesadelo: – Meu Deus já está acontecendo e eu estou vivenciado isso? É, infelizmente foi real.
Agora, lendo este texto chega a me dá medo e sinto muita tristeza. Será que vai acontecer isso mesmo?
Caros colegas, povo brasileiro, vamos fazer algo para não presenciarmos esse triste e doloroso futuro. Ou, vamos pelo mesmo tentar, para que outras pessoas tenham o direito de conhecer esse maravilhoso profissional e ter um futuro mais digno, mais humano. Espero que todos aprendam a dar valor e respeitá-los para que não tenhamos mais essa espécie em extinção.
sexta-feira, 26 de março de 2010
O Significado das Doenças
DOENÇAS / CAUSAS:
AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente família inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARREIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio. v
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (Acne): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREOÍDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
Curioso, não?
“Por isso, vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos, principalmente daqueles que escondemos de nós”, conclui a psicóloga.
Queridos sem perdão ficaremos doentes, então não deixe para perdoar amanhã, vamos perdoar agora em nome de Jesus.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Jornada Pedagógica de Amélia Rodrigues
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Projetos - Educação Infantil
“O brincar, por ser uma situação onde predomina o prazer sobre a tensão,
favorece o relaxamento e consequentemente a emergência de novas idéias,
a criatividade que combina conteúdos e dinâmicas conscientes e inconscientes”
Vera Barros de Oliveira (2000)
JUSTIFICATIVA
O movimento para a criança pequena significa muito mais do que mexer partes do corpo ou deslocar-se no espaço. A criança se expressa e se comunica por meio dos gestos e das mímicas faciais e interage utilizando fortemente o apoio do corpo. A dimensão corporal integra-se ao conjunto das atividades da criança. O ato motor faz-se presente em suas funções expressivas, instrumental ou de sustentação às posturas e aos gestos.
Ao brincar, jogar, imitar e criar ritmos e movimentos, as crianças também se apropriam do repertório da cultura corporal na qual estão inseridas.
A diferenciação de papéis se faz presente, sobretudo, no faz-de-conta, quando as crianças brincam como se fossem o papai, a mamãe, o filhinho, o médico, o paciente, heróis e vilões, etc, imitando e recriando personagens observados ou imaginados nas suas vivências. A fantasia e a imaginação são elementos fundamentais para que a criança aprenda mais sobre a relação entre as pessoas, o eu e os outros.
Segundo Piaget: “quando uma criança brinca assimila o mundo à sua maneira, sem compromisso com a realidade”. Compreendendo a importância para o desenvolvimento pleno da criança de três anos, propomos através deste projeto uma maior valorização da brincadeira como aspecto importante para o desenvolvimento psico, cognitivo e social. Buscando conhecer o próprio corpo em suas múltiplas dimensões (gesto, sentidos, sensações). Através de um trabalho sistematizado com movimento, aproveitando a ocorrência do mês de outubro, que se constitui mês significativo para a Educação Infantil.
OBJETIVOS
Gerais
- Promover momentos que estimulem a percepção de expressões faciais e corporais;
- Possibilitar situações nas quais as crianças aprimorem suas habilidades psicomotoras;
- Ampliar a noção de lateralidade, mediar o processo de ampliação relacionado ao gênero e diversidade social;
- Proporcionar experiências que envolvam a utilização dos sentidos.
Específicos:
- Explorar das possibilidades de gestos e ritmos corporais, como meios de expressão e comunicação;
- Deslocar-se com destreza progressiva no espaço físico, desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras e sociais;
- Ampliar as possibilidades expressivas do próprio corpo dinâmico;
- Conhecer gradativamente os limites e potencialidades do próprio corpo;
- Apropriar-se progressivamente da imagem global de seu corpo, conhecendo e identificando seus segmentos e elementos e desenvolvendo cada vez mais uma atitude de interesse e cuidado com o próprio corpo;
- Adquirir uma imagem positiva de si, ampliando a autoconfiança, auto-estima, pondo em prática a autonomia.
ALGUMAS MÚSICAS E ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O PROJETO
Para começar
Olá, olá, eu já cheguei
E dou um bom dia pra vocês. (BIS)
Bato palmas, 1-2-3,
E dou um bom dia pra vocês. (BIS)
Bato os pés, 1-2-3,
E dou um bom dia pra vocês. (BIS)
Dou um abraço, no meu vizinho,
E dou um bom dia pra vocês. (BIS)
Dou um beijinho, bem meladinho,
E dou um bom dia pra vocês. (BIS)
Expressões faciais
Vamos fingir que estamos:
- Chupando limão. Então, façam cara de quem está sentindo gosto de azedo.
- Com muito sono. Façam cara de quem está com sono.
- Bravos. Façam cara de quem está bravo.
- Alegres. Façam cara de quem está muito alegre.
Quantos? Quantas? (Partes do corpo)
Quantos temos? (Vai tocando e falando) nariz, dedos, mãos, pés...
Os alunos deverão tocar na parte do corpo que a pró falar e dizer a quantidade.
Em seguida ouvir a música Toque o Dedo (Xuxa), expressando o que pede a letra da música.
Brincando de trenzinho
Enquanto os alunos cantam a música Trem de Ferro. Formar um “trenzinho” colocando as mãos nos ombros do colega. Conduzir o “trenzinho” de alunos devagar pela sala ou pelo pátio. O primeiro da fila é o maquinista. Mudar várias vezes as posições dos alunos na fila e perguntar: “Quem é o maquinista agora?”
Direita e esquerda
Ouvir a música “Dedos das mãos, dedos dos pés” (Xuxa), fazendo gestos de acordo com a letra da música.
Produzir painel onde os alunos deverão escolher a cor da tinta guache e deixar a impressão da sua mão direita e esquerda.
Em outro painel os alunos deverão escolher a cor da tinta guache e deixar a impressão de seu pé direito e esquerda.
Brincando com o corpo (Semana da Criança):
- Amarelinha
- Dança das cadeiras
- Dança da laranja
- Estourar bola (no pé / na mão do colega)
- Passando por baixo da corda
- Serra-serra serrador
Música: Meu ursinho
O meu ursinho é carinhoso
Me dá um beijo e bem gostoso
Me dá um abraço bem apertado (bis)
Me faz carinho, me faz carinho
Com a patinha alisa meu rosto
Faz cafuné, faz cafuné
Coça minhas costas e depois meu pé
O meu ursinho é carinhoso
Me dá um beijo e bem gostoso
Me dá um abraço bem apertado (bis)
É uma gracinha, é uma gracinha
Mas também gosta de fazer cosquinha, cosquinha
Música: As mãozinhas (Eliana)
Palminhas, palminhas, nós vamos bater
Depois as mãozinhas, pra trás esconder
De um lado e do outro, nós vamos bater
Depois as mãozinhas, pra trás esconder
Palminhas, palminhas nós vamos bater
Depois as mãozinhas, pra trás esconder
Bem forte e bem fraco, nós vamos bater
Depois as mãozinhas, pra trás esconder
Palminha, palminha, nós vamos bater
Depois as mãozinhas pra trás esconder
Pra baixo e pra cima, nós vamos bater
Depois as mãozinhas pra trás esconder
Palminhas, palminhas, nós vamos bater
Depois as mãozinhas pra trás esconder
Pra frente e pra trás, nós vamos bater
Depois as mãozinhas pra trás esconder
Palminhas, palminhas nós vamos bater
De um lado e do outro
Bem forte e bem fraco
Pra cima e pra baixo
Pra frente e pra trás
Nós vamos bater
Música: Dedinhos (Eliana):
Polegares, polegares
Onde estão? Aqui estão.
Eles se saúdam, eles se saúdam
E se vão, e se vão.
Indicadores, indicadores
Onde estão? Aqui estão.
Eles se saúdam, eles se saúdam
E se vão, e se vão.
Dedos médios, dedos médios
Onde estão? Aqui estão.
Eles se saúdam, eles se saúdam
E se vão, e se vão.
Anulares, anulares
Onde estão? Aqui estão.
Eles se saúdam, eles se saúdam
E se vão, e se vão.
Dedos mínimos, dedos mínimos
Onde estão? Aqui estão.
Eles se saúdam, eles se saúdam
E se vão, e se vão.
Todos os dedos, todos os dedos
Onde estão? Aqui estão.
Eles se saúdam, eles se saúdam
E se vão, e se vão.
Dançando a música: Homenzinho torto (Aline Barros):
Havia um homenzinho torto
Morava numa casa torta
Andava num caminho torto
Sua vida era torta
Um dia o homenzinho torto
A bíblia encontrou
E tudo que era torto
Jesus endireitou
Dançando a música: Estátua (Xuxa):
Mão na cabeça, mão na cintura
Um pé na frente e o outro atrás
agora ninguém pode se mexer,estátua
Rodando, rodando
Braços esticados
Não pode parar continue rodando
Quero saber quem é que consegue ficar parado
A gente vai ter que rodar
Roda,roda no lugar
Ninguém aqui pode cair
e eu vou contar pra terminar
3, 2, 1, estátua!
Dançando a Música: Sem parar (Xuxa)
Bate, bate, bate as mãos, batendo sem parar.
Bate rapidinho agora...
Alongamento / relaxamento:
Fazer uma ginástica alongando a musculatura, trabalhando a respiração, relaxando o corpo.
Para relaxar - Música: Brincar de sonhar (Xuxa)
Todo mundo sentando quietinho,
todo mundo deitando no chão
Dando as mãos, vamos brincar
Ouça o seu coração
Todo mundo fechando os olhos
Todo mundo pensando em alguém
Veja agora um lindo lugar
Vamos brincar de sonhar
Quanto mais a gente imaginar
Quanto mais além
Vamos ter mais história quando acordar sonho de brincar
Quem quiser pode dar um sorriso
Quem quiser pode até encontrar
Um novo amigo nesse lugar,
feito pra gente sonhar
Vale tudo que o sonho sonha
Vale tudo que a gente quiser
Nenhuma regra existe aqui
Vamos brincar de dormir
domingo, 14 de fevereiro de 2010
As fases de aquisição da escrita
Cada fase com suas características:
1) Fase pré – silábica
2) Fase silábica
A) Sem valor sonoro:
B) Com valor sonoro:
3) Fase silábica-alfabética
4) Fase alfabética
Exemplos: CAVALO _______KAVALU TOMATE_______ TUMATI
"... A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam, há uma criança que pensa".
Fonte:http://diariodaprofaglauce.blogspot.com/
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Mensagem do Mês
Um dia, um jovem rapaz, desanimado com a vida e com as pessoas, procurou um velho professor, para ajudá-lo e disse:
– Venho aqui, professor, porque me sinto inútil, não tenho ânimo.
Dizem por aí que sou uma droga, que não sirvo para nada, que não faço tarefas bem feitas. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais? O professor, sem olhá-lo, disse:
– Sinto muito, meu jovem, mas não posso ajudá-lo.
E fazendo uma pausa, falou:
– Eu concordo com tudo isto que andam falando por ai.
O rapaz totalmente abalado abaixou a cabeça e foi saindo de fininho.
E o professor continuou:
– Meu jovem, olhe para mim... você acaba de provar que tudo isto é verdade.
O jovem com os olhos cheios de lágrimas disse:
– Mas o senhor nem olhou para mim, como pode dizer isto?
E naquele instante o professor lhe respondeu:
– Digo isto porque quando me referi que você era tudo o que estavam falando, você aceitou e já ia saindo sem
perguntar o por que eu também achava isto de você.
E o professor continuou:
– Um dia fui insultado com estas mesmas palavras e pior fui chamado de incapaz, burro e incompetente.
E você acha que eu desisti, terminei meus estudos provando para mim mesmo que sou capaz, e Deus me criou para ser sua imagem e semelhança e hoje estou aqui sentado nesta mesa como professor. Então meu querido aluno... te digo:
– Erga-se, lute pelo que você quer, e toda vez que você acordar faça como eu, olhe no espelho e se pergunte:
“Eu quero ser um fracassado ou um vitorioso?” Eu escolhi vitorioso e você?
O jovem saiu sorrindo sem palavras e daquele dia em diante via-se um sorriso em seu rosto. Aquele velho professor nunca mais viu o jovem cabisbaixo...
Reflexão: Quantos vícios trazemos conosco: O desânimo, e ainda falamos: Ai eu não posso, ai eu não consigo, sou um fracassado, sou um inútil, mas hoje você pode escolher, viver neste mundinho, ou realmente ser um vitorioso liberto pelo Senhor. O que você quer? A decisão é sua!!!
Três dicas para uma classe participativa
1. Use o conhecimento dos alunos. Imagine-se, leitor, caindo no meio de um seminário sobre neurocirurgia. Ou sobre técnicas avançadas de construção de pontes. Ou treinamento de um time de rúgbi. Bem, muitos de seus alunos também se sentem assim. Não é seu conhecimento que importa, mas o que eles sabem sobre aquele assunto. Assim, ligue sua matéria com algo palpável. Pode ser uma maneira de melhorar a precisão do chute para ensinar física, gastos com roupas e comidas para lecionar matemática e os grupos étnicos da cidade para falar sobre história e geografia.
2. Inclua uma meta. O que os alunos vão receber ao final daquela matéria? A resposta “passar de ano” não vale muito. Procure dar-lhes motivos práticos. Português, por exemplo, é uma das coisas mais úteis para uma banda de garagem fazer letras decentes. Matemática e física os ajudam a organizar melhor o dia-a-dia e a ganhar tempo.
3. Participar não é brigar nem concordar. Mostre a eles, desde cedo, que podem ter opiniões diferentes entre si (e até divergir do professor) e se expressar sem cair nos ataques pessoais e brigas. Isso vai estimular o debate uma vez que alguns alunos pensam que devem engolir tudo o que o professor diz. Com isso, preferem não dizer o que pensam (pois estão pensando “errado”), e não participam. Estimule o debate civilizado.